SURPRESAS DA VIDA
Inesperado, o não programado,
Faz de nossas vidas um roda moinho.
Não temos o controle por completo de quase nada,
VIVEMOS O NOVO A CADA ENCRUZILHADA
É gostoso de saber, que estamos nas mãos de quem nos criou,
Sendo assim percebemos claramente, que fazemos planos,
quando o executar VEM DO SENHOR.
Nossas emoções, são renovas,
nossos desejos modificados,
aprendemos a nos esvazia na busca da alegria,
que esse mundo nada pode acrescentar
E os amigos? familiares e conhecidos?
ficam fazendo parte do nosso show,
contribuindo com frases, jeitos, lagrimas e dor.
Deixando um espaço em aberto para habitar sem fazer desastre
Bem dentro do nosso silencio o NOSSO SALVADOR.
Não temos as vezes palavras, nem roteiros ou metas a cumprir,
algumas obrigações, tarefas e cobranças...
Que na luta diária, as vezes dar aquela vontade de jogar tudo pro alto
ficar sentada olhando o nada, sentindo a brisa do vento
BUSCANDO SOMENTE O REFRIGÉRIO QUE VEM DO AMOR.
AI o AMOR!, esse amor que arde, que vibra, que nos faz achar e continuar a buscar
Um amor que não tem regras, nem tarefas
que fica no silencio da alma, dando um renovo
Nos mostrando que mesmo quando parece vazio
ESTAMOS CHEIO DESSE FAVOR
Uma Graça infinita, um AMOR IMERECIDO,
Um alegria sem sorrisos,
um paz de esperança
E´O AMOR DO MEU JESUS, QUE ME ACORDA A CADA DIA.
Célia Freitas
quarta-feira, 9 de maio de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
A dependencia de DEUS
Quando temos um alvo em nossa vida viver para glorificar a DEUS, quando a cada passo estamos perguntando vou por aqui mesmo SENHOR, onde queres que eu ande...Criamos uma dependência no PAI, que nos dar muita segurança.
Sei que não é fácil, pois temos uma tendencia natural de criar pespectivas,objetivos, sonhos por conta própria, nossas metas sempre são de sucesso, vitórias e reconhecimento geral. Mas se descobrimos o prazer do viver diário com DEUS, onde ELE estar no controle, onde não precisamos brilhar, onde o suprimento diário vem do banquete do PAI, ai os resultados são outros.
Não estou falando de utopia, de palavras religiosas, que se fala numa mensagem mas que não se vive na vida diária. Estou falando de uma experiência profunda de dependência, onde o não ter isso ou aquilo é satisfeito por ter o que DEUS dar, onde os valores passam a ser medido pela GRAÇA.
Na minha vida recebo criticas pelo que não tenho, pela vida luxuosa que não tenho, pelos privilégios que não possuo, mas tenho tanta certeza que sou abençoada a cada dia, que as coisas que a VIDA
CAPITALISTA, nos diz que é importante, passam para mim como sobre vivencia. Sem tanto valor, com um outro sentido.
Nunca fiz planos para uma viagem para ISRAEL, não possuo recursos para isso, fui presenteada por essa viagem, sentido a alegria dos mimos do PAI, sendo suprida por ELE em cada necessidade, sem nada me faltar na viagem.
Foram momentos lindos, inesquecíveis.
Hoje, olho para traz e vejo motivos para recordar, lembranças para contar, história para refletir.
Não é fácil ser servo, quando precisamos suprir necessidades, pagar contas, trabalhar por renumeração pequena, etc. Mas quando colocamos tudo no altar e dizemos SOU SERVO APESAR DE TUDO ISSO, e a cada dia, mesmo chorando, estamos agradecidos, quando vimos a mão de DEUS nos mínimos detalhes suprindo, conduzindo, ou até mesmo no silêncio, podemos então afirmar GLORIA A DEUS, pois vivo para honra-lo e glorifica-lo EU MEU VIVER É CRISTO, e aprendemos assim com a dependência NELE.
Convido você que acompanha meu blog a ter essa experiência de uma vida de dependência no PAI, nunca mas você será a mesma.
abraços
Célia Freitas
terça-feira, 13 de março de 2012
SONETO DE FIDELIDADE
Soneto de Fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
antes e com tal zelo, e sempre e tanto
que mesmo em fase do amor encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
e em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou ao seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive,
quem sabe a solidão,
fim de quem ama.
Eu possa dizer do amor (que tive)
que não imortal,
posto que é chama,
mas que seja infinito enquanto dure.
VENICIUS DE MORAES
De tudo ao meu amor serei atento
antes e com tal zelo, e sempre e tanto
que mesmo em fase do amor encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
e em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou ao seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive,
quem sabe a solidão,
fim de quem ama.
Eu possa dizer do amor (que tive)
que não imortal,
posto que é chama,
mas que seja infinito enquanto dure.
VENICIUS DE MORAES
quarta-feira, 7 de março de 2012
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
DIA DAS
MULHERES
De todas, pequeninas
jovens ou adultas.
Filhas, mães, estudantes ou trabalhadoras.
Das que sustentam suas casas com suas rendas, das que dependem de seus maridos financeiramente, mas que cuidam de suas casas para que todos possam viver bem e produzir.
Das pequeninas que estão aprendendo a vida,e das jovens que já na luta, busca seu lugar, profissão e estabilidade.
Mulher é um exemplo de fibra, coragem, de terminação.
Tem na sua história marcas de lutas, tem no seu viver exemplos de vontade de vencer..
No dia da Mulher quero pensar em mulheres bíblicas como Débora a profetiza, Huda, também profetiza, que numa sociedade masculina teve seu papel de destaque, revelando aos homens a mensagem de DEUS. Mulheres como Maria Madalena, que ao receber Jesus na sua vida, corre e evangeliza aos ouros, Mulheres como Maria, que sendo a mãe terrena do salvador, se fez serva e ouvia em silencio as menagens do MESTRE, GUARDANDO TUDO NO CORAÇÃO.
para você minha amiga, mulher que acompanha meu blog, nunca esqueça, o quanto você é especial, ser mulher não foi uma opção sua, foi uma de terminação do criador ao lhe fazer, com certeza para fazer diferença nessa sociedade tão confusa, fazendo valer no seu direito de ser mulher, SER UMA VERDADEIRA GUERREIRA.
QUE DEUS NOS ABENÇOE.
domingo, 4 de março de 2012
momentos de reflexão
Na foto acima eu estava em um casamento e olhando para traz para ver se o noivo chegara, e se já ia começar a cerimonia.
Hoje, pensando na vida olho para traz e penso, por onde andei, meus passos, rastos, caminhada, desafios, trilhas, que ja passei.
Não sei onde errei, sei o que poderia ter feito melhor, mas estou pensativa, naqueles dias de auto analise, ingadando a propria vida.
Fico pensado no louvor que diz:
Mas o Teu silêncio Jesus é pra me fazer crescer e entender que o Senhor tem seu tempo, seu jeito, seu reino, e eu apenas servo sou.
É como se DEUS estivesse me escultando e me olhando, mas nada me responde. ELE QUER SOMENTE ME OUVIR AGORA.
Não tenho nada para reclamar, pois quem sou eu, para reclamar ao meu SENHOR, só tenho mesmo o que GLORIFICAR, mas me sinto
assim, curtindo o silencio do PAI.
DEUS É BOM, nos ama, e quer nosso bem, só que falta respostas as nossas orações.
Resposta é uma coisa estranha, pois as vezes nos aquietamos, cremos e esperamos, mas resposta realmente é o que, pois pela fé esperamos aquilo que o PAI quer nos dar, pois ELE dar o melhor. Então, pedimos e ficamos ouvindo o silencio, pois nem orar sabemos.
EU CREIO ASSIM. OU PELO ALMENOS ASSIM PEÇO NESSE MOMENTO.
Mas meu redentor vive, e por certo se levantará.
O mundo, os nossos pecados, tem esse efeito, trazendo tantos sofrimentos e tristeza. MAS A GRAÇA DO PAI NOS ALEGRA NELE, pois seu amor é suficiente para nos dar a paz.
Jeová Rafá meu Senhor que cura toda dor, vem com sua graça e nos proporciona o alivio de saber que buscando a ELE em primeiro lugar, as outras coisas serão acrescentada. ALELUIA!
Assim termino esse meu moimento de reflexão, crendo que DEUS me ouve, que as vezes tenho meu tempinho de isolamento, tristeza e ate desanimo, mas que nunca estou só e que TENHO O AMOR DO PAI SEMPRE COMIGO.
ALELUIA!
Célia
Hoje, pensando na vida olho para traz e penso, por onde andei, meus passos, rastos, caminhada, desafios, trilhas, que ja passei.
Não sei onde errei, sei o que poderia ter feito melhor, mas estou pensativa, naqueles dias de auto analise, ingadando a propria vida.
Fico pensado no louvor que diz:
Mas o Teu silêncio Jesus é pra me fazer crescer e entender que o Senhor tem seu tempo, seu jeito, seu reino, e eu apenas servo sou.
É como se DEUS estivesse me escultando e me olhando, mas nada me responde. ELE QUER SOMENTE ME OUVIR AGORA.
Não tenho nada para reclamar, pois quem sou eu, para reclamar ao meu SENHOR, só tenho mesmo o que GLORIFICAR, mas me sinto
assim, curtindo o silencio do PAI.
DEUS É BOM, nos ama, e quer nosso bem, só que falta respostas as nossas orações.
Resposta é uma coisa estranha, pois as vezes nos aquietamos, cremos e esperamos, mas resposta realmente é o que, pois pela fé esperamos aquilo que o PAI quer nos dar, pois ELE dar o melhor. Então, pedimos e ficamos ouvindo o silencio, pois nem orar sabemos.
EU CREIO ASSIM. OU PELO ALMENOS ASSIM PEÇO NESSE MOMENTO.
Mas meu redentor vive, e por certo se levantará.
O mundo, os nossos pecados, tem esse efeito, trazendo tantos sofrimentos e tristeza. MAS A GRAÇA DO PAI NOS ALEGRA NELE, pois seu amor é suficiente para nos dar a paz.
Jeová Rafá meu Senhor que cura toda dor, vem com sua graça e nos proporciona o alivio de saber que buscando a ELE em primeiro lugar, as outras coisas serão acrescentada. ALELUIA!
Assim termino esse meu moimento de reflexão, crendo que DEUS me ouve, que as vezes tenho meu tempinho de isolamento, tristeza e ate desanimo, mas que nunca estou só e que TENHO O AMOR DO PAI SEMPRE COMIGO.
ALELUIA!
Célia
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
QUARTA FEIRA DE CINZAS
As Cinzas da Quarta-FeiraOs quarenta dias (sem contar os domingos) que antecedem a Páscoa é conhecido no calendário católico como “Quaresma”, e ela se inicia na quarta-feira em que encerra o carnaval, onde se faz a aspersão das cinzas. Estas cinzas que são espargidas sobre os fiéis seriam um símbolo para a reflexão sobre a necessidade e o dever da mudança de vida, da sincera conversão. É uma gritante lembraça de quão efêmera, frágil e transitória é a vida. Muito poético mas ineficaz.
Como é confortável a vida espiritual em alguns segmentos.
Em se tratando do carnaval, a grande festa da carne, nos quatro dias os participantes se entregam ao total controle de “Momo” e suas hostes infernais (Momo é uma corruptela de “Mamom”, uma divindade fenícia da prosperidade, era representado por uma estatueta de um pesonagem obeso, onde se concebia que comia bastante, sendo, assim, próspero), se envolvendo em bebedeiras, sexo livre, orgias, adultérios, fornicações, etc.
O carnaval retrata a decadência de uma sociedade completamente dominada pelo misticismo. Muita luz, muita cor, muito movimento, tudo é ilusão. Os próprios enredos dos sambas, em quase sua totalidade, exaltam os deuses pagãos, enaltecem o que o Senhor abomina. Todas as concupiscências da carne se tornam lícitas, momentaneamente prazerosas é verdade, mas trágicas no apagar das luzes. Não se esqueça que “Momo”, o rei da “Carnavalis”, recebeu as chaves da cidade de sua autoridade maior, o prefeito, sendo assim “Proibido proibir”
A quarta-feira de cinzas se transformou em um pedágio psicológico rotineiro daqueles que não tem compromisso algum com uma vida de santificação e renúncia, mas que em suas consciências sabem que cometeram atos reprováveis. É a famosa vida sem transformação de muitos ditos cristãos, que conscientemente pecam confiantes nas palavras de João em I Jo 1.9:
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.”
A bem da verdade este versículo vez por outra é a nossa “Quarta-feira de cinzas”.
I Jo 1.9 só tem efeito se cumprirmos o que antecede em 1 Jo 1.4-7:
“Estas coisas vos escrevemos, para que o nosso gozo seja completo. E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e nele não há trevas nenhumas. Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos, e não praticamos a verdade; mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.”
Aos que estão atolados até o pescoço na lama do pecado, em Isaias 61.3-4 a Palavra de Deus nos convida a uma substanciosa troca :
“A ordenar acerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas, óleo de gozo em vez de pranto, vestidos de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado. E eles edificarão as antigas ruínas, levantarão as desolações de outrora, e restaurarão as cidades assoladas, as desolações de muitas gerações.”
Tome logo essa decisão, antes que tudo se acabe na quarta-feira.
Armando Torrento Neto- autor do texto
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
PENSE NISSO
Quando Cristo voltar
Se nós resumíssemos nossas emoções a respeito da volta de Cristo em
uma palavra – quais palavras ouviríamos? Qual palavra você usaria?
Desconforto? Provavelmente uma escolha popular. Foi dito a você que
seus erros serão revelados. Foi dito a você que seus segredos serão
conhecidos. Livros serão abertos e nomes serão lidos. Você sabe que
Deus é santo. Você sabe que você não é. Como a ideia da sua volta
poderia trazer alguma coisa senão desconforto?
Além disso, há todas aquelas expressões – “a marca da besta”, “o
Anticristo” e “a batalha do Armagedon”. E quanto a “guerras e rumores
de guerras”? E o que foi que o camarada disse na TV? “Evite todos os
números de telefone com os dígitos 666”. E aquele artigo da revista
divulgando o novo senador como o Anticristo? Desconforto, para dizer o
mínimo.
Ou talvez desconforto não seja a sua palavra escolhida. Negação talvez
seja mais precisa. (Ou talvez seja com a negação que você lida com o
desconforto?) A ambiguidade não é uma companheira agradável. Nós
preferimos respostas e explicações e o fim dos tempos parece
insuficiente em ambas. Consequentemente, você opta por não pensar
nisso. Por que refletir sobre o que você não consegue explicar? Se ele
vier, tudo bem. Se não, tudo bem. Mas estou indo dormir. Tenho que
trabalhar amanhã.
Ou que tal esta palavra – desapontamento? Pode ser que esta o
surpreenda, a menos que você a tenha sentido; então você contará. Quem
sentiria desapontamento com a ideia da vinda de Cristo? Pode ser uma
futura mãe – ela quer segurar seu bebê. Pode ser um casal de noivos –
eles querem casar-se. Pode ser um soldado no exterior – ele quer ir
para casa antes de ir para casa.
Este trio é apenas uma amostra das muitas emoções sentidas com a ideia
da volta de Cristo. Outros podem estar obcecados. (Estes são os
camaradas com cartazes, códigos e profecias é-melhor-você-acreditar).
Pânico. (“Venda tudo e vá para as montanhas!”)
Eu me pergunto o que Deus gostaria que sentíssemos. Não é difícil
achar a resposta. Jesus a disse claramente em João 14: “Não se
perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim…
voltarei e os levarei para mim” (versículos 1, 3). É um cenário
simples. O Pai foi embora por um tempo. Mas ele voltará. E até lá, ele
quer que seus filhos estejam em paz.
Eu quero o mesmo para as minhas três filhas.
Eu as deixei na noite passada para que pudesse escapar e terminar este
livro. Com um beijo e um abraço, eu saí pela porta e prometi voltar.
Eu queria deixá-las? Não. Mas este livro precisava de algum tabalho e
a editora precisava de um manuscrito, então aqui estou eu – em um
esconderijo – batendo em um teclado de computador. Nós aceitamos o
fato de que um período de separação é necessário para terminar o
trabalho.
Enquanto estamos separados, quero que elas se sintam desconfortáveis?
Quero que elas temam a minha volta? Não.
E quanto à negação? Eu ficaria feliz em ouvir que elas tiraram a minha
foto do móvel, o meu prato da mesa e estão se recusando a discutir
sobre a minha chegada? Eu acho que não.
E quanto ao desapontamento? “Ah, espero que o papai não venha antes de
sexta à noite – eu realmente gostaria de ir àquela festa do pijama”.
Eu sou um pai tão antiquado a ponto de a minha vinda estragar a
diversão?
Bem, talvez eu seja. Mas Deus não é. E, se ele tem o seu jeito
conosco, pensamentos sobre a sua volta não desapontarão seus filhos.
Ele, também, está longe da sua família. Ele, também, prometeu voltar.
Ele não está escrevendo um livro, ele está escrevendo história. Minhas
filhas não entendem todas as complexidades do meu trabalho; nós não
entendemos todos os detalhes do dele. Mas e a nossa missão nesse meio
tempo? Confiar. Logo o último capítulo será escrito e ele aparecerá na
porta. Mas até lá Jesus diz: “Não se perturbe o coração de vocês.
Creiam em Deus; creiam também em mim”.
Este é o desejo de Deus.
Autor: Max Lucado
Se nós resumíssemos nossas emoções a respeito da volta de Cristo em
uma palavra – quais palavras ouviríamos? Qual palavra você usaria?
Desconforto? Provavelmente uma escolha popular. Foi dito a você que
seus erros serão revelados. Foi dito a você que seus segredos serão
conhecidos. Livros serão abertos e nomes serão lidos. Você sabe que
Deus é santo. Você sabe que você não é. Como a ideia da sua volta
poderia trazer alguma coisa senão desconforto?
Além disso, há todas aquelas expressões – “a marca da besta”, “o
Anticristo” e “a batalha do Armagedon”. E quanto a “guerras e rumores
de guerras”? E o que foi que o camarada disse na TV? “Evite todos os
números de telefone com os dígitos 666”. E aquele artigo da revista
divulgando o novo senador como o Anticristo? Desconforto, para dizer o
mínimo.
Ou talvez desconforto não seja a sua palavra escolhida. Negação talvez
seja mais precisa. (Ou talvez seja com a negação que você lida com o
desconforto?) A ambiguidade não é uma companheira agradável. Nós
preferimos respostas e explicações e o fim dos tempos parece
insuficiente em ambas. Consequentemente, você opta por não pensar
nisso. Por que refletir sobre o que você não consegue explicar? Se ele
vier, tudo bem. Se não, tudo bem. Mas estou indo dormir. Tenho que
trabalhar amanhã.
Ou que tal esta palavra – desapontamento? Pode ser que esta o
surpreenda, a menos que você a tenha sentido; então você contará. Quem
sentiria desapontamento com a ideia da vinda de Cristo? Pode ser uma
futura mãe – ela quer segurar seu bebê. Pode ser um casal de noivos –
eles querem casar-se. Pode ser um soldado no exterior – ele quer ir
para casa antes de ir para casa.
Este trio é apenas uma amostra das muitas emoções sentidas com a ideia
da volta de Cristo. Outros podem estar obcecados. (Estes são os
camaradas com cartazes, códigos e profecias é-melhor-você-acreditar).
Pânico. (“Venda tudo e vá para as montanhas!”)
Eu me pergunto o que Deus gostaria que sentíssemos. Não é difícil
achar a resposta. Jesus a disse claramente em João 14: “Não se
perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim…
voltarei e os levarei para mim” (versículos 1, 3). É um cenário
simples. O Pai foi embora por um tempo. Mas ele voltará. E até lá, ele
quer que seus filhos estejam em paz.
Eu quero o mesmo para as minhas três filhas.
Eu as deixei na noite passada para que pudesse escapar e terminar este
livro. Com um beijo e um abraço, eu saí pela porta e prometi voltar.
Eu queria deixá-las? Não. Mas este livro precisava de algum tabalho e
a editora precisava de um manuscrito, então aqui estou eu – em um
esconderijo – batendo em um teclado de computador. Nós aceitamos o
fato de que um período de separação é necessário para terminar o
trabalho.
Enquanto estamos separados, quero que elas se sintam desconfortáveis?
Quero que elas temam a minha volta? Não.
E quanto à negação? Eu ficaria feliz em ouvir que elas tiraram a minha
foto do móvel, o meu prato da mesa e estão se recusando a discutir
sobre a minha chegada? Eu acho que não.
E quanto ao desapontamento? “Ah, espero que o papai não venha antes de
sexta à noite – eu realmente gostaria de ir àquela festa do pijama”.
Eu sou um pai tão antiquado a ponto de a minha vinda estragar a
diversão?
Bem, talvez eu seja. Mas Deus não é. E, se ele tem o seu jeito
conosco, pensamentos sobre a sua volta não desapontarão seus filhos.
Ele, também, está longe da sua família. Ele, também, prometeu voltar.
Ele não está escrevendo um livro, ele está escrevendo história. Minhas
filhas não entendem todas as complexidades do meu trabalho; nós não
entendemos todos os detalhes do dele. Mas e a nossa missão nesse meio
tempo? Confiar. Logo o último capítulo será escrito e ele aparecerá na
porta. Mas até lá Jesus diz: “Não se perturbe o coração de vocês.
Creiam em Deus; creiam também em mim”.
Este é o desejo de Deus.
Autor: Max Lucado
Assinar:
Postagens (Atom)





